SCHIN LANÇA LATA COMEMORATIVA E RESGATA TRADIÇÃO DOS BOLICHOS DURANTE SEMANA FARROUPILHA 2018

Símbolo da cultura campeira será recriado no Acampamento Farroupilha, em Porto Alegre, com cancha de bocha e apresentações musicais

 

Para manter acesa a chama da tradição gaúcha, a Schin, cerveja oficial do Acampamento Farroupilha, em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, recria um importante símbolo da história do povo gaúcho: o bolicho. Pequenas casas de comércio à beira da estrada, esses locais eram ponto de parada e descanso dos tropeiros e aparecem com frequência em episódios ligados à cultura regionalista. Além disso, Schin volta a homenagear o povo gaúcho com uma lata comemorativa, decorada com imagem do fotógrafo Eduardo Rocha, retratando o cotidiano do homem do campo.

 

No Acampamento Farroupilha deste ano, o Bolicho Schin será visualmente semelhante aos piquetes que remetem às histórias das campereadas gaúchas e deve ser ponto de encontro e convivência do público que comparecer aos festejos que ocorrem até 20 de setembro no Rio Grande do Sul. Com conceito e estratégia criados pela VOE Ideias, o espaço terá apresentações musicais, cancha de bocha e será palco de ações de relacionamento e de consumo consciente, entre outras atrações. Terá também a venda de cerveja e bebidas não-alcoólicas do portfólio do grupo HEINEKEN no Brasil.

 

“Decidimos revisitar algo importante para a cultura local e que ao mesmo tempo faz referência ao hábito de compartilhamento de bons momentos com os amigos. Schin traz um espaço democrático, de entretenimento e resgate da cultura, assim como é a Semana Farroupilha para todos os gaúchos”, destaca a diretora de marketing da marca, Carina Hermida.

 

Durante os festejos no Parque Harmonia, Schin pretende incentivar o consumo consciente e as práticas de sustentabilidade com uma ação de troca dos copos de plástico vazios por um caneco retornável personalizado da marca. “Nossa expectativa é mobilizar e conscientizar cerca de 50 mil pessoas por dia com a reciclagem de copos”, comenta a executiva.

 

A marca também vai realizar programas de relacionamento com os piquetes, que na compra de produtos do portfólio, poderão juntar pontos para receber brindes exclusivos – como kits para churrasco, fardos de cerveja, mateiras para chimarrão, entre outros. O piquete com o maior número de pontos vai ganhar show exclusivo com o cantor e compositor tradicionalista Neto Fagundes, no dia 20 de setembro.

 

A relação da Schin com o Rio Grande do Sul tem história. A marca patrocina há mais de uma década o Acampamento Farroupilha e também é a cerveja oficial da Oktoberfest de Igrejinha, em 2018, município onde é produzida a receita original do mestre cervejeiro Ruben Froemming, guardião responsável pela excelência e qualidade Schin.

 

 

História do bolicho

O bolicho – em alguns casos chamado boliche – é cenário frequente de textos da literatura regionalista gaúcha. Autores como Simões Lopes Neto e Érico Veríssimo ambientaram nesses espaços passagens marcantes de contos e romances. O estabelecimento comercial, misto de bar e armazém, também aparece com frequência em músicas tradicionalistas.

 

A popularidade não é fruto do acaso. O bolicho nasceu associado ao tropeirismo. O gaúcho das regiões campeiras tinha os bolichos como pontos de parada de descanso durante as longas cavalgadas até o interior de São Paulo, para onde eram guiados rebanhos de gado de corte criados no interior do Rio Grande do Sul. Além de abastecer com itens trazidos de outras regiões, os peões aproveitavam as paradas para conversar, churrasquear, tocar violão e beber. Nas músicas tradicionalistas, o bolicho é o lugar onde o viajante apea do cavalo e enche o copo para esquecer as prendas pelas quais se apaixonou ao longo do caminho.

 

A urbanização do País, a abertura de estradas e o avanço dos meios de transporte de cargas mudou a realidade do tropeirismo – e dos bolichos. Hoje a palavra é usada – não de forma tão frequente quanto antes – também como referência aos bares tradicionais e até minimercados.

 

 

Sobre o Grupo HEINEKEN no Brasil 

O Grupo HEINEKEN chegou ao Brasil em maio de 2010, após a aquisição da divisão de cerveja do Grupo FEMSA e, em 2017, adquiriu a Brasil Kirin Holding S.A (“Brasil Kirin”), tornando-se o segundo player no mercado brasileiro de cervejas. O Grupo gera mais de 13 mil empregos e tem 15 fábricas localizadas em Alagoinhas (BA), Alexânia (GO), Araraquara (SP), Benevides (PA), Blumenau (SC), Campos de Jordão (SP), Caxias (MA), Igarassu (PE), Igrejinha (RS), Itu (SP), Jacareí (SP), Manaus (AM), Pacatuba (CE), Ponta Grossa (PR) e Recife (PE). No Brasil, o portfólio de cervejas do Grupo HEINEKEN é composto por Heineken, Sol, Kaiser, Bavaria, Bavaria 0,0%, Xingu, Amstel, Kirin Ichiban, Schin, Schin 0,0%, No Grau, Devassa, Baden Baden, Eisenbahn e Glacial. O portfólio de não alcoólicos inclui refrigerantes, sucos, energético e água como Água Schin, Itubaína, K Energy Drink, Schin Tônica, Skinka e Viva Schin. Com sede em São Paulo, a companhia é uma subsidiária da HEINEKEN NV, a maior cervejaria da Europa, a segunda em termos de rentabilidade e a terceira em volume. A HEINEKEN opera 170 cervejarias em mais de 70 países.

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